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Mudar o paradigma do envelhecimento



18 Jun 2015

É preciso mudar o paradigma do envelhecimento em Portugal com boas políticas que se transformem em boas práticas, defende o Provedor, Pedro Santana Lopes.

O envelhecimento demográfico continua a acentuar-se em Portugal, em consequência da descida da natalidade, do aumento da longevidade e, mais recentemente, do impacto da emigração, revelam os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística (INE) referentes a 2014, divulgadas esta terça-feira, 16 de junho.

Segundo estes dados, que confirmam a tendência dos últimos anos, entre 2004 e 2014, o número de idosos aumentou, diminuiu o número de jovens (até aos 15 anos) e o número de pessoas em idade ativa (com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos).
Os números referem ainda que, desde 2000, o número de idosos é superior ao de jovens.

Face a este fenómeno do envelhecimento da população, a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa tem desempenhado um papel crucial, especificamente no que diz respeito à promoção do envelhecimento ativo e da intergeracionalidade assente na convivência e na troca de experiências entre jovens e idosos.

De acordo com diferentes estudos populacionais, a faixa etária da população com 65 e mais anos representará entre 35% a 43% da população portuguesa até 2060.

A atual administração tem procurado que a intergeracionalidade seja transversal a todas as áreas da SCML, da Ação Social ao Património. Como exemplos, refiram-se os projetos intergeracionais que estão a ser desenvolvidos na Mitra – Polo de Inovação Social, na Quinta Alegre e na antiga fábrica da Nestlé.

Atento a esta realidade, o Provedor, Pedro Santana Lopes nota que a questão do envelhecimento da população é um assunto que nos diz “respeito a todos” e que se relaciona com o “dever de solidariedade” perante a certeza de que todos estamos condenados a envelhecer.

“A promoção de um envelhecimento com mais saúde, mais ativo, mais feliz, é o grande desafio dos nossos tempos”, considera. “Um desafio que passa por, no terreno, identificar as situações, combater os estados de carência, de necessidade”.

Leia a notícia completa em:
http://www.scml.pt/pt-PT/destaques/mudar_o_paradigma_do_envelhecimento_2/

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