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Crianças descobrem Hospital de Sant’Ana



10 Jul 2015

“Ser investigador por um dia… no HOSA” levou 38 crianças, filhos de colaboradores da SCML, a conhecer a história do antigo sanatório da Parede.

O que faz um grupo de 38 crianças, de chapéu e mochila, pelos corredores do Hospital de Sant’Ana? Não, não estão doentes, nem vão a nenhuma consulta.

Participam, bem entusiasmados, na aventura “Ser investigador por um dia… no HOSA”, uma iniciativa do Departamento da Qualidade e Inovação (DQI), do Serviço de Públicos e Desenvolvimento Cultural (SPDC) do Museu de São Roque e do Hospital de Sant’Ana (HOSA).

A ideia é proporcionar aos filhos dos colaboradores da Santa Casa um dia para aprenderem, de forma lúdica, a riquíssima história de um dos mais importantes equipamentos da instituição: o Hospital de Sant’Ana, fundado em 1904, que começou por ser um sanatório marítimo para tratar a tuberculose óssea entre a população infantil mais carenciada.

Com a orientação dos guias, as crianças, dos 6 aos 12 anos, partem em jogos de pistas, uns seguindo os “Caminhos de São Roque”, outros fazendo o “Percurso dos Investigadores”.

Para facilitar a atividade, decidiu-se “trazer o Museu de São Roque para a rua”, através de uma cópia das quatro tábuas de São Roque, conta Paulo Costa, do SPDC.

Sandra Estaca, guia do Museu, explica que São Roque nasceu em França e que, quando cresceu, distribuiu tudo o que tinha pelos pobres, antes de ir em busca do seu sonho de “Ver o Papa”.

Em grupo, os meninos seguem a placa que indica “Itália” para acompanhar o percurso de São Roque e resolvem puzzles de animais marinhos, pintados nos azulejos que revestem as paredes do hospital.

No jardim de inverno, onde antigamente se juntavam os doentes nos períodos mais frios e chuvosos, os pequenos visitantes de Sant’Ana aprendem a fazer flores em papéis de filtro, que pintam, e onde colocam aroma e água para espalhar as cores.                                                                                 Na capela do Hospital, divididos em equipas identificam os nomes dos fundadores, as datas e o nome dos nos vitrais.

Carlota, de 11 anos, a caminho do 7º ano, segue a atividade com atenção “Estou a gostar, está a ser bem divertido”, diz. Também Bruno, de 9 anos, acompanha os jogos entusiasmado.

Para Sónia Silva, diretora da Unidade de Sustentabilidade e Inovação do DQI, esta atividade enquadra-se na responsabilidade social interna da Santa Casa. “As famílias dos nossos colaboradores também são parte da instituição. Achamos, por isso, que seria muito interessante mostrar aos seus filhos a Santa Casa por dentro e a riqueza da sua história”, refere.

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